ORAÇÃO DE CURA DOS SENTIMENTOS DE CULPA*
Sem categoria July 21st, 2008Senhor, que dissestes à mulher pecadora: “eu não te condeno” ajuda-me a me perdoar por todos os meus erros e pecados do passado.Senhor, com tua graça, eu, (diga seu nome), me perdôo e lhe dou graças pelas vezes que eu:tentei, ou pensei em me matar; preferi nunca ter nascido; profanei meu corpo, morada do Espírito Santo; abusei de alguém física ou sexualmente; tive envolvimento sexual com animais; desejei que o outro morresse; caluniei os outros; briguei,xinguei e agredi fisicamente ou cuidei mal dos meus pais;Senhor, com tua graça, eu, (…), me perdôo e te dou graçaspelas vezes que eu:fui infiel no casamento; não honrei as promessas feitas;não me amei e me achei feio(a); fui grosseiro e agressivo;não fui carinhoso, eduquei mal os filhos, rejeitei ou abandoneios filhos e cônjuge; fui omisso em socorrer quem precisavade mim; fui injusto, desprezei e humilhei pessoas carentes;julguei mal as pessoas; dei contra-testemunho;não fui disponível; fiquei com dinheiro e coisas dos outros; não ouvi os conselhos dos meus pais; reclamei de Deus, por ter me criado; senti vergonha de meus pais;Senhor, com tua graça, eu, (…), me perdôo e te dou graças pelas vezes que eu:procurei ajuda espiritual em lugares contrários a Sua vontade;blasfemei contra Deus; não assumi meus erros; fofoquei, menti, enganei a mim e aos outros; disse palavrões e contei piadas imorais; abusei do álcool, ou das drogas; envolvi-me em atos homossexuais; me masturbei, ou cometi adultério; pratiquei o aborto, ou induzi alguém a praticá-lo; vi, usei, ou dei materiais pornográficos.Por todos estes e pelos demais erros e pecados do passado eu lhe peçoperdão, Senhor, e me perdôo, totalmente.Prometo que jamais me condenarei por causa deles.Jesus, que disseste à mulher pecadora: “Vai em paz e não voltes apecar”, enche-me com Tua paz e com teu Espírito Santo;Dai-me sempre a graça necessária para resistir às tentações. (*) Retirado do livro Como mudar a pessoa com quem você vive do Pe Alir Sanagiotto – pág 176